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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Catadores amargam queda da receita

25/02/2009 - Na Cooperativa de Coleta Seletiva da Capela do Socorro (Coopercaps), na zona sul da capital paulista, a queda dos preços dos materiais reciclados fez alguns coope-rados desistirem do trabalho. Em julho do ano passado havia 127 cooperados, hoje são 84. A redução é, em grande medida, resultado do menor faturamento. De acordo com a direção da cooperativa, houve uma queda de 50% no faturamento, para R$ 61 mil em janeiro ante os R$ 126 mil de julho. "A maioria sai porque começa a achar que seria melhor trabalhar registrado, mas falta qualificação profissional e nem sempre eles encontram um emprego", disse Sandra Regina Eyer Caselta, membro do conselho administrativo da Coopercaps.

A queda do número de cooperados obrigou a empresa a reduzir o número de turnos. "Trabalhávamos em três turnos e tivemos de reduzir para dois porque não havia gente suficiente", afirmou Sandra. Apesar da equipe reduzida, o volume de trabalho aumentou. O volume de material separado subiu de 305 toneladas para 380 toneladas.

O aumento do volume e o menor número de cooperados não garantiu a manutenção de rendimentos por pessoa. O ganho per capita caiu de R$ 787, em julho, para R$ 384, no mês passado. "A oferta de material tem tido tendência de crescimento porque tem muito depósito e ferro-velho fechando e muitos catadores deixando de trabalhar, ou selecionando apenas os materiais de maior valor", explicou Sandra.

A Coopercaps é uma das 14 cooperativas que faz parte do programa de coleta seletiva da prefeitura de São Paulo, que oferece a infra-estrutura e custeia parte dos gastos operacionais, disponibilizando imóveis e caminhões de coleta, equipamentos, água e energia. Além do material coletado diretamente por cada cooperativa, as empresas também recebem o material coletado por cada uma das concessionárias que atuam nas diferentes regiões da cidade. "Verificamos um aumento médio de 300 toneladas por mês no material coletado pelas cooperativas e pelas concessionárias nos últimos três meses", afirmou Wagner Taveira, coordenador do programa de coleta seletiva da Secretaria Municipal de Serviços.

De acordo com ele, atualmente a cidade coleta, por meio das concessionárias e das cooperativas, até 3,8 mil toneladas de material reciclável mensalmente. "Cerca de 90% dos condomínios que comercializavam recicláveis deixaram de vender, os catadores deixaram de pegar materiais que tiveram os valores muito reduzidos, cooperativas e depósitos independentes fecharam e com isso aumentou a nossa coleta", explicou.

O preço do papelão caiu 52% pago aos depósitos e cooperativas, para R$ 0,12 o quilo, enquanto o preço do aço caiu de 60%, para R$ 0,13 o quilo, disse Paulo Sérgio da Silva, responsável pelo depósito Sucata Conceição de Monte Alegre, localizado no bairro do Brooklin, em São Paulo. "Se continuar assim vamos ter de fechar", afirmou Silva, que trabalha há nove anos com o depósito.

Um dos catadores que atua na região, José Geraldo, viu seu rendimento diário cair para até um terço, dos R$ 60 que tirava em meados do ano passado, para R$ 20, e já ameaça abandonar a carroça. "A gente tenta pegar mais metal e menos jornal, mas a situação está difícil", disse o senhor, de 66 anos, que mesmo há 10 anos sem um emprego formal decidiu buscar uma maneira de obter a aposentadoria.

Fonte: Gazeta Mercantil. Adaptado por Celulose Online.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Enquete

Prezados(as),

Estamos elaborando um projeto com o objetivo de propor melhorias na gestão dos resíduos sólidos domésticos em São Bento do Sul. Para direcionar as nossas futuras ações, necessitamos melhor caracterizar o trato dado pela população a estes resíduos. Deste modo, elaboramos uma breve enquete que está disponível na página do Jornal Evolução (www.jornalevolucao.com.br). Como nossos recursos são limitados, decidimos realizar a maior parte da pesquisa via internet, sendo que assim estamos aqui solicitando-lhe a gentileza de acessar ao endereço supracitado, colaborando conosco na resposta das questões. Não há necessidade de identificar-se para respondê-las.
Agradecemos também àqueles que puderem encaminhar o link da enquete para seus contatos.
Críticas, sugestões e questionamentos são bem-vindos.
Sem mais, agradecemos a atenção.

Andreas Franz Xaver Auburger – (47) 91678003
Jean Fábio Bianconcini – (47) 88023709

Projeto realizado em parceria com:
Consórcio Ambiental Quiriri (http://consorcioambientalquiriri.blogspot.com/)
Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA)

Apoio:
Jornal Evolução (www.jornalevolucao.com.br)
Samuca Webdesigner (www.samuca.eti.br)

domingo, 23 de novembro de 2008

Paraná incentiva uso de embalagens 100% ecológicas

21/11/2008

Iniciativa do governo estadual tem apoio do Ministério Público local; supermercados começam a substituir sacolas plásticas convencionais por material biodegradável

Giselle Hoffmann


O Estado do Paraná quer reduzir em 30% o volume diário de resíduos depositados nos aterros sanitários - cerca de 20 mil toneladas. A ação faz parte do Programa Desperdício Zero, promovido pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, com apoio do Ministério Público Estadual.

A iniciativa identificou os materiais que mais se acumulam nos aterros: sacolas plásticas, embalagens longa vida, pilhas, baterias, papel, materiais de construção civil, pneus, lâmpadas fluorescentes, metais, lixo orgânico, vidros e óleo lubrificante. Com base nessa lista, os fabricantes e distribuidores dos principais tipos de resíduos estão sendo convocados a assumir a responsabilidade sobre a destinação final desses produtos.

Em relação às embalagens plásticas, o governo estadual e o Ministério Público local contataram inicialmente a Associação Paranaense de Supermercados (Apras) para conhecer o destino das 80 milhões de sacolas usadas mensalmente - o equivalente a 53 toneladas de plástico depositadas em aterros. Como a entidade não tinha a informação, a solicitação foi feita, na seqüência, às próprias redes de supermercados.

A partir disso, diversos supermercados passaram a substituir as embalagens tradicionais por materiais 100% ecológicos. A adesão tem sido maior por parte das cadeias supermercadistas locais. A resistência maior ocorre nas redes nacionais - algumas, inclusive, não forneceram a quantidade de sacolas usadas nem apresentaram as medidas alternativas para a questão do descarte desses itens no meio ambiente. Devido a isso, os estabelecimentos foram multados (R$ 70 mil por dia) pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Estimativas do programa Desperdício Zero apontam que de cada 100 sacolas plásticas, apenas 15 retornam para reciclagem. Uma das alternativas para substituir as embalagens tradicionais é a adoção do material biodegradável, que consiste no acréscimo de um aditivo (d2w) em sua fabricação. Ele tem as mesmas propriedades do produto convencional, inclusive em relação à resistência, transparência, permeabilidade e impressão. O principal diferencial é quanto ao processo de decomposição - enquanto o plástico comum dura até 200 anos, a sacola com d2w leva, no máximo, 18 meses para se degradar.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Cuidados com animais

Recebi estas dicas por e-mail. Vale a pena considerar...


CHICLETES.
EMBRULHE ANTES DE JOGAR FORA:
ATRAÍ­DOS PELO CHEIRO ADOCICADO E PELO SABOR DE FRUTA, OS PASSARINHOS COMEM

RESTOS DE CHICLETES DEIXADOS, IRRESPONSAVELMENTE, EM QUALQUER LUGAR.
AO SENTIREM O CHICLETE GRUDANDO EM SEU BIQUINHO, TENTAM, DESESPERADOS,
RETIRÁ-LO COM OS PÉS...
E AÍ, ACONTECE O PIOR: ACABAM SUFOCADOS.
EMBRULHE O CHICLETE NUM PEDAÇO DE PAPEL E JOGUE-O NO LIXO.
REPASSE ESTE E-MAIL PARA QUE, TODOS TOMEM CONSCIÊNCIA, PRINCIPALMENTE, AS
CRIANÇAS.

É BOM LEMBRAR TAMBÉM QUE TAMPINHAS DE REFRIGERANTES E SACOS PLÁSTICOS QUE
VÃO PARAR NO MAR AFOGAM TARTARUGAS E GOLFINHOS QUE MORREM SUFOCADOS.

Filtro de cigarro também mata filhotes de passarinhos que o utilizam para
fazer ninho. A nicotina envenena os filhotes.